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SÉCULO XX: DE 1941 A 2000: DO GADO AO TURISMO RURAL

Após a morte de Vírgilio Araújo Aguiar, neto de Virgilio de Araújo a fazenda é vendida ao sr. Quinzinho Galvão e por fim à família Leite Lara, proprietários de fazendas de café e gado da região. O cultivo de café é então trocado pela pastagem de gado de corte e leiteiro até o ano de 1979. As senzalas são derrubadas e a propriedade é desmembrada, formando a Fazenda Santana que tem seu núcleo composto de sede, tulhas, colônias e arredores. Vendida posteriormente ao sr. Alberto Taliberti, irá reformar a sede, implantar um projeto paisagístico e construir galpões onde eram realizados leilões de animais. Vendida a propriedade em 1989 ao sr. Marcos Serra continuará com a atividade de gado, reformará a antiga tulha com seu maquinário de café

Em 2000 o casal Paulo e Neca adquirem parte da área da Fazenda Japão para a instalação do Hotel, esta retoma assim, sua denominação original do século XVIII, Capoava. Por ocasião desta venda, há mais um desmembramento ficando o sr. Marcos Serra com uma parte onde antes era utilizada como pasto, fundando uma nova propriedade, a Fazenda Jequitibá.

JAPÃO OU CAPOAVA?

A família Costa Aguiar ao adquirir a Fazenda em 1880, mudou o nome da propriedade de Capoava para Japão. A origem da mudança tem duas hipóteses: A primeira é de que como a região do Pedregulho é distante do centro de Itu, as pessoas costumavam se referir ao Japão para explicar que a propriedade ficava do outro lado da cidade, distante. A segunda, é que a família, de médicos, poderia ter feito uma homenagem ao país, ao Oriente, demonstrando admiração pela cultura oriental; no palacete da família em São Paulo, havia mesmo uma saleta chamada de “Saleta Chinesa”, decorada com motivos orientais.



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